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Dieta Hipocalórica – Tudo Que Você Precisa Saber

A dieta hipocalórica é bem conhecida, mas não é indicada para qualquer pessoa. Embora tecnicamente se possa afirmar que uma dieta hipocalórica é qualquer dieta com restrição de calorias, onde se gasta mais calorias por dia do que se come, vamos tratar aqui da dieta que é conhecida no meio médico.

Essa é uma dieta receitada por médicos especialmente para pacientes obesos que tenham taxa de IMC (Índice de Massa Corporal) maior ou igual a 30. Médicos especializados são os únicos que podem permitir a dieta hipocalórica, sempre seguida de acompanhamento, uma vez que ela é bastante restritiva. Nessa dieta a ingestão de calorias diárias não deve ser menor e nem maior do que 800 calorias, o que é considerado um valor baixo para o que estamos acostumados.

Alimentos da Dieta Hipocalórica

Nessa dieta existe um equilíbrio de consumo de certos alimentos específicos com shakes e cereais encontrados em farmácias e lojas de produtos naturais. Por mais que alguns alimentos integrem o cardápio, a dieta consiste basicamente na substituição desses alimentos pelos shakes e, por este motivo, apenas podem ser realizadas por pessoas adultas e realmente obesas, uma vez que o emagrecimento ocorre inicialmente de forma drástica e depois, de maneira gradual.

Apenas pacientes que tiverem hipertensão e estiverem com uma taxa entre 27 e 30 no IMC poderão aderir a essa dieta, caso contrário, pessoas com esse índice de IMC e que não sofrem de hipertensão devem procurar outros métodos para perder peso.

Dieta com atividade física

A dieta hipocalórica tem mais resultados nos pacientes que aliam a atividade física à perda de peso. O ideal é que as atividades físicas sejam realizadas a cada dois dias para que o corpo se movimente e habitue-se com a nova rotina. Deixar de lado o sedentarismo através de atitudes simples, como caminhadas matutinas de uma hora, pode ajudar muito no resultado final e não exige muito tempo nem gasto de dinheiro com academias.

Porém, se preferir realizar certas atividades com acompanhamento de um profissional você poderá frequentar uma academia e realizar exercícios específicos de musculação e aeróbica com a supervisão de um professor. Algumas academias oferecem algumas aulas que podem ser interessantes como pilates, yoga, dentre outras. A natação também é sempre uma ótima escolha, uma vez que trabalha diversos músculos ao mesmo tempo.

Redução do consumo

Além da diminuição de calorias, o cardápio deve ser equilibrado e não pode-se deixar de lado a ingestão de carboidratos, proteínas, lipídeos, vitaminas e minerais, que devem ser consumidos em quantidades ideais, ou seja, nada exagerado. É indicado ficar atento a pequenos detalhes que podem fazer toda a diferença na dieta hipocalórica. São hábitos que podem ser integrados no seu dia a dia.

Importante lembrar que essa dieta exige paciência, força de vontade e disciplina, pois ocorre de forma saudável e gradual e, para pessoas que estão muito acima do peso, pode ser um pouco complicado no começo, mas nada que um estímulo, um objetivo bem traçado e um acompanhamento médico não resolvam.

Dicas Gerais

  • O ideal é fazer cinco refeições ao dia, que seriam o café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Não é preciso fazer a ceia, apenas se for realmente muito necessário. O intervalo entre cada alimentação deve ser de três horas.
  • Reduzir as porções de cada refeição também ajuda. Se você costuma fazer um senhor prato, você pode reduzir essa quantidade aos poucos, comendo até se sentir satisfeito e não por prazer ou gula. Saiba controlar seu apetite e sua ânsia por comida. Trocar pratos maiores por menores ajuda bastante nesse controle.
  • Ao optar por determinadas comidas, prefira aquelas mais saudáveis e alimentos menos calóricos como frutas, legumes e verduras. Evite ou consuma com menos frequência frituras, doces, refrigerantes, alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas.
  • Busque comprar alimentos sempre frescos em feiras e hortifrutis. Evite com todas as suas forças alimentos industrializados e congelados que possuem sódio e gorduras saturadas. Quanto mais processado, maior a quantidade de aditivos químicos e menos nutrientes.
  • Substituir o leite e seus derivados pelos desnatados ajuda, assim como trocar o iogurte natural pelo light, queijos amarelos pelos brancos e assim por diante.
  • Antecipe as refeições principais (almoço e jantar) com um belo prato de salada de entrada. Isso dará saciedade para o prato principal.
  • Prepare as proteínas sempre grelhadas, assadas ou cozidas.
  • Consuma água sem medo, isso irá te manter hidratado e causará mais saciedade. Você pode optar por sucos de frutas que também te deixará nutrido e saciado.
  • Observe as quantidades indicadas na tabela nutricional dos produtos e faça as contas para não ultrapassar as 800 calorias.
  • Elimine o açúcar de vez da sua dieta, utilizando adoçante artificial.
  • Consuma com parcimônia os pães, sejam os normais ou integrais, pois ambos possuem amido que se convertem em glicose (açúcar) no organismo.

Exemplo de dieta hipocalórica

  • Café da manhã: 200 ml de leite desnatado ou chá ou café com adoçante artificial, meio pão francês e uma fatia pequena de queijo minas ou ricota ou cottage.
  • Lanche da manhã: Uma fruta, pode ser uma pêra, uma maçã, um kiwi, laranja ou pêssego. Escolha frutas com baixas calorias, evite banana, melancia, abacate e coco, que são calóricos.
  • Almoço: uma concha cheia de sopa de legumes, 1 filé de peixe cozido a vapor e 150g de salada de brócolis, alface, tomate ou cenoura bem temperado. Para a sobremesa pode ser um iogurte light, uma gelatina ou uma fruta.
  • Lanche da tarde: 2 iogurtes naturais batidos e 1 pão francês com pouca manteiga. Se preferir, você pode fazer um suco de frutas, tomar um chá com torrada ou algo do tipo.
  • Jantar: Uma concha cheia de sopa de legumes e um ovo cozido.
  • Ceia: Se fizer questão de fazer a ceia, tome um copo de leite desnatado e cereais.

Boa sorte!

Veja também: Phyto Power Caps funciona mesmo? Novo lançamento do mercado de emagrecimento que está impressionando médicos no Brasil: Phyto Power Caps emagrece composto emagrecedor 100% natural que vem auxiliando centena de milhares de mulheres em todo planeta a emagrecer sem sofrer.

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Digesan Bula – Para que serve, Efeitos Colaterais e Preços

Digesan é um remédio à base de bromoprida, indicado para aliviar a dor de estômago, tratar náuseas e ânsias de vômito, bem como problemas de infecção estomacal. A medicação age regularizando os movimentos esofágicos, tendo efeito entre 30 minutos após a administração.

O remédio pode ser aplicado por injeção intramuscular, intravenosa ou via oral, mas antes de tomar, confira, aqui, as informações da bula oficial a respeito:

Para que serve o Digesan

Digesan é indicado para tratar:

  • Refluxo gastroesofágico;
  • Azia;
  • Distúrbios de movimentação do estômago e/ou intestino;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Infecções estomacais.

Como tomar

Abaixo, seguem as instruções da bula oficial, divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre como tomar a solução em cada caso:

Em adultos, recomenda-se 10 ml a cada 12 horas ou de oito em oito horas. Caso a recomendação médica seja diferente da informada na bula, siga as orientações do profissional.

A dose pediátrica é de 0,5 ml a 1 mg/1 ml por cada quilo de peso corporal. Deve-se administrar três vezes ao dia, somente por via oral.

Os comprimidos de 10mg devem ser utilizados por adultos, de 12 em 12 horas ou 8 em 8 horas, dependendo da gravidade da condição do paciente.

Recomenda-se não administrar a versão em comprimido para crianças. No entanto, caso não haja alternativa via oral líquido (em gotas), pode-se usar 0,5 ml a 1 ml por quilo corporal, até três vezes ao dia.

Bebes que regurgitam, que estão com problemas para engolir o leite materno ou que sofrem de refluxo ou vômitos frequentes podem ser tratados com bromoprida, sendo o digesan uma das opções medicamentosas.

A posologia recomendada é de 0,5 ml para cada kg de peso da criança. No entanto, não se deve dar o remédio para bebês menores de um ano de idade, pois não se sabe ao certo se os riscos compensam os benefícios.

Se os sintomas não desaparecerem, procure, com urgência, um serviço de pronto atendimento e averigue com um médico pediatra as causas dos sintomas.

A solução injetável vem em forma de ampolas. Para adultos, deve-se injetar uma a duas ampolas de 10 a 20 mg de bromoprida por via intravenosa. Crianças devem receber doses de 0,5 a 1 mg por quilo de peso, também por via intravenosa ou intramuscular. Recomenda-se ter o auxílio de um farmacêutico na hora da aplicação.

Efeitos colaterais

É normal que após a administração de bromoprida crianças fiquem mais sonolentas e reclamem de tontura ou dores de cabeça. Nestes casos, o repouso é recomendado. Também são efeitos colaterais do Digesan:

  • Náuseas;
  • Insônia;
  • Cansaço;
  • Inquietação;
  • Diminuição da força;
  • Aumento das mamas em homens;
  • Erupções cutâneas;
  • Urticária;
  • Distúrbios intestinais;
  • Produção de leite excessiva em mulheres em fase de aleitamento.

Em idosos que fazem uso recorrente da medicação, é possível desenvolver movimentos anormais ou perturbação muscular.

Princípio ativo

A composição de 2 ml de Digesan consiste em 10 mg de bromoprida. Entre seus excipientes, encontram-se ácido clorídrico, cloreto de sódio e água.

Preço

Digesan pode ser encontrado na maior parte das redes farmacêuticas tradicionais. O preço varia conforme a sua versão, sendo que o nome comercial diz respeito à fabricação pelo laboratório Sanofi. Abaixo, segue os preços médios:

  • Digesan solução oral em gotas de frasco com 120ml R$ 30,00 a R$ 40,00;
  • Digesan infantil 20ml R$ 30,00 a R$ 40,00;
  • Digesan comprimido em caixa com 20 cápsulas R$ 30,00 a R$ 37,00;
  • Digesan injetável 5 mg R$ 40,00 a R$ 45,00.

A fórmula pode ser comprada na versão genérica, com quase a mesma proporção de eficácia. Já falamos, aqui, sobre bromoprida.

Contraindicações Quando não usar

Não devem utilizar Digesan pessoas que se enquadrem em uma ou mais condições abaixo:

  • Crianças menores de um ano;
  • Mulheres em fase de aleitamento;
  • Grávidas;
  • Pacientes com glaucoma;
  • Diabéticos;
  • Pessoas que possuem doença de Parkinson;
  • Pessoas que têm insuficiência renal;
  • Hipertensos.

Quem faz uso de antipsicóticos também não deve utilizar bromoprida sem antes consultar a opinião de um médico. Idosos podem utilizar a medicação, mas é válido que consultem um médico antes, para ter a certeza de que o remédio trará mais benefícios do que malefícios.

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